14/03/2007
12/03/2007
B.P.M. the new killer machine, feel good and forget the birthday parties :P
City's breaking down on a camel's back.
They just have to go 'cos they don’t know wack
So all you fill the streets, it's appealing to see.
You won't get undercounted, 'cos you're damn ass free.
You've got a new horizon, its a federal style,
A melancholy town where we never smile.
And all I wanna hear is the message beep.
My dreams, they gotta kiss, because I don’t get sleep, no...
Windmill, windmill for the land
Turn forever hand in hand
Take it all in on your stride
It is ticking falling down...
Love forever
Love is free
Lets turn forever you and me
Windmill, windmill for the land
Is everybody in?
Dont stop, get it, get it,
We are your captains in it.
Steady, Watch me navigate,
Ahahahahahhaa
Don't stop, get it, get it,
We are your captains in it.
Steady,Watch me navigate,
Ahhahahahaa
Feel good
Feel good
Feel good
Feel good
Ahahahahahahaaaaaaaaaaaaaaa...
City's breaking down on a camel's back.
They just have to go 'cos they don’t know wack
So all you fill the streets, it's appealing to see.
You won't get undercounted, 'cos you're damn ass free.
You've got a new horizon, its a federal style,
A melancholy town where we never smile.
And all I wanna hear is the message beep.
My dreams, they gotta kiss, because I don’t get sleep, no...
Windmill, windmill for the land
Turn forever hand in hand
Take it all in on your stride
It is ticking falling down...
Love forever
Love is free
Lets turn forever you and me
Windmill, windmill for the land
Is everybody in?
Dont stop, get it, get it,
We are your captains in it.
Steady, Watch me navigate,
Ahahahahahhaa
Don't stop, get it, get it,
We are your captains in it.
Steady,Watch me navigate,
Ahhahahahaa
Feel good
Feel good
Feel good
Feel good
Ahahahahahahaaaaaaaaaaaaaaa...
08/03/2007

Feliciano Type Foundry Falando de tipografia em portugal....
O «Personal Views» traz ao nosso país os nomes sonantes do Design Mundial, numa série de conversas que visam examinar as definições contemporâneas da prática do design gráfico, solicitando a designers que falem acerca dos valores e dos objectivos da sua actividade profissional.
O «Personal Views» é uma tentativa de examinar as fronteiras da prática contemporânea, de discutir o que se pode esperar de nós próprios e explorar que objectivos sociais, culturais e criativos que se pretende atingir.
Foram inúmeros os designers de renome nacional e internacional que passaram pelo «Personal Views», tais como Ken Garland, Lucienne Roberts, Phil Baines, Ian Noble, Ricardo Mealha, Tony Credland, Teal Triggs, Henrique Cayatte, Jan Van Toorn, Jonathan Barnbrook, David Crow, Hamish Muir, Paul Elliman, Michael Rock, Katherine McCoy, Heitor Alvelos, Nick Bell, Max Bruinsma, Robin Fior, Karel Martens, Rick Poynor, Linda Van Deursen & Armand Mevis, Graphic Thought Facility, Garth Walker, Steven Heller, Wim Crouwel e Andrew Blauvelt.
Programa das próximas conferências:
16 Março - William Owen
13 Abril - Erik Spiekermann
27 Abril - Gerard Unger
11 Maio - Jon Wozencroft
25 Maio - Ellen Lupton
15 Junho - Experimental Jetset
(Sempre pelas 15h00, no Auditório da ESAD)
Manifesto Futurista
1. Queremos cantar o amor do perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia, a rebelião, serão elementos essenciais da nossa poesia.
3. Até hoje, a literatura exaltou a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, a bofetada e o sopapo.
4. Declaramos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida com a carroçaria enfeitada por grandes tubos de escape como serpentes de respiração explosiva… um carro tonitruante que parece correr entre a metralha é mais belo do que a Vitória de Samotrácia.
5. Queremos cantar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada, por sua vez, em corrida no circuito da sua órbita.
6. O poeta terá de se prodigar, com ardor, refulgência e prodigalidade, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.
7. Não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um carácter agressivo pode ser considerada obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas, para reduzi-las a prostrar-se perante o homem.
8. Estamos no promontório extremo dos séculos!… Porque deveremos olhar para detrás das costas se queremos arrombar as misteriosas portas do impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, pois já criámos a eterna velocidade.
9. Nós queremos glorificar a guerra, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias por que se morre e o desprezo da mulher.
10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo o tipo e combater o moralismo, o feminismo e todas as vilezas oportunistas ou utilitárias.
11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela revolta; cantaremos o vibrante fervor nocturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas eléctricas; as gulosas estações de caminho-de-ferro engolindo serpentes fumegantes; as fábricas suspensas das nuvens pelas fitas do seu fumo; as pontes que saltam como atletas por sobre a diabólica cutelaria dos rios ensolarados; os aventureiros navios a vapor que farejam o horizonte; as locomotivas de vasto peito, galgando os carris como grandes cavalos de ferro curvados por longos tubos e o deslizante voo dos aviões cujos motores drapejam ao vento como o aplauso de uma multidão entusiástica.
1. Queremos cantar o amor do perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia, a rebelião, serão elementos essenciais da nossa poesia.
3. Até hoje, a literatura exaltou a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Nós queremos exaltar o movimento agressivo, a insónia febril, o passo de corrida, o salto mortal, a bofetada e o sopapo.
4. Declaramos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida com a carroçaria enfeitada por grandes tubos de escape como serpentes de respiração explosiva… um carro tonitruante que parece correr entre a metralha é mais belo do que a Vitória de Samotrácia.
5. Queremos cantar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada, por sua vez, em corrida no circuito da sua órbita.
6. O poeta terá de se prodigar, com ardor, refulgência e prodigalidade, para aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.
7. Não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um carácter agressivo pode ser considerada obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas, para reduzi-las a prostrar-se perante o homem.
8. Estamos no promontório extremo dos séculos!… Porque deveremos olhar para detrás das costas se queremos arrombar as misteriosas portas do impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Nós vivemos já no absoluto, pois já criámos a eterna velocidade.
9. Nós queremos glorificar a guerra, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos libertários, as belas ideias por que se morre e o desprezo da mulher.
10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo o tipo e combater o moralismo, o feminismo e todas as vilezas oportunistas ou utilitárias.
11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela revolta; cantaremos o vibrante fervor nocturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas eléctricas; as gulosas estações de caminho-de-ferro engolindo serpentes fumegantes; as fábricas suspensas das nuvens pelas fitas do seu fumo; as pontes que saltam como atletas por sobre a diabólica cutelaria dos rios ensolarados; os aventureiros navios a vapor que farejam o horizonte; as locomotivas de vasto peito, galgando os carris como grandes cavalos de ferro curvados por longos tubos e o deslizante voo dos aviões cujos motores drapejam ao vento como o aplauso de uma multidão entusiástica.
escrito pelo poeta italiano Filippo Tommaso Marinetti, e publicado no jornal francês Le Figaro em 1909. Este manifesto marcou a fundação do Futurismo, um dos primeiros movimentos da arte moderna.




